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Marketing Pessoal Confesso que o pouco que sei, é sobre meu ofício; o Teatro. 2009 / Editora IBPEX
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e agora, depois … (…) A noite estendeu-se entre gestos carinhosos, exaustão e adeus silencioso. Dormitaram e pela manhã, viveram. O corpo esgotado, sem palavras, o coração estremecido e no último instante o beijo insondável. (Adeus). Ela sofreu; profundamente. E agora, depois Editora 7letras, 2008
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CIDADE ESTRANHA Maria Christina de Andrade Vieira optou por ser. Inteira, no sentido mais pleno do ser, viaja como as mulheres retratadas por Hopper. Na valise, carrega mais livros e moleschine do que roupas e atavios. Junto, o fio mágico da ficção. Ao buscar “uma outra cidade dentro da cidade”, revela e se revela. E, por caminhar com olhos-de-ver-além, também nos revela. Nos alerta. A nós, habitantes das cidades estranhas. Diante de seu olhar somos todos personagens portadores de um mistério. Ao viajar, pois viaja sempre mesmo sem sair de casa, traz à luz instantes garimpados do cotidiano. A gramatura de suas palavras recolhe, amorosa, desde figuras fortes que se destacam na multidão até a moradora silenciosa, tecelã da miséria, na calçada da metrópole. Atravessa caminhos, cenas, ruas, gentes e nos resgata para um tempo e espaço míticos, onde todas as coisas habitam em essência, a luz dourada da transfiguração. Cidade Estranha nos remete a Ítalo Calvino na fala de Kublai Khan “Ponha-se em viagem. Depois volte para me dizer se a cidade dos meus sonhos existe na realidade.” Maria Christina narra para nos lembrar. Para nos acordar. A cidade que pulsa em sua alma é espelho. Espelho de nossos esquecimentos. Tudo aquilo que pensávamos perdido, ou nunca visto, reaparece com uma aura de eternidade. Mesmo o desconcertante e o feio encontram lugar e sentido ao lado da floresta rica e única. Fazer falar, recuperando ritmo e voz, a curvatura poética que mora em todas as coisas, estranhar cidades e gentes, para reconhecê-las mais adiante em seu desdobrar, é acordar um mundo que de tanto correr perdeu fantasia e liberdade. Elisabete Tassi Teixeira Editora 7letras, 2008
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COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL : Etiqueta e ética nos negócios Oscar Colucci, no início dos anos 1990, convidou-me para um almoço com Maria Christina de Andrade Vieira. Queria que nos conhecêssemos, porque ela tinha em mente um projeto, a biografia do pai dela, Avelino A. Vieira, fundador do Banco Bamerindus (…). Somente mais tarde pude conhecer melhor a mulher culta, inteligente, a professora universitária, formada em filosofia, que devora livros sem parar, que indaga, busca, viaja, pesquisa, conhece a política e a economia, e circula pelos bastidores do poder empresarial, tendo chegado a presidente da Associação Comercial do Paraná. Maria Christina era uma pessoa rica, sim, em cultura, conhecimento, afeto, lealdade, generosidade. Uma curiosa insaciável, uma empreendedora. Não podemos nos esquecer de que um dos mais belos espetáculos que Curitiba oferece hoje, o Canto de Natal das Crianças nas janelas do Palácio Avenida, incluído no calendário turístico nacional, foi idealizado por ela. Essa vivência e essa progressão contínua fizeram de Maria Christina uma mulher antenada com a globalização e a modernidade, inquieta, tentando correr à frente de seu tempo. Ignácio de Loyola Brandão 2007 / Editora Senac SP
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COTIDIANO E ÉTICA: Novas crônicas de vida empresarial 2001/2005 João Antonio, o grande contista brasileiro, tinha por hábito dividir os escritores entre os que tinham a alma musical e os demais. Não é mera figura de linguagem. Existe a boa escrita, que junta sujeito, verbo e predicado. E existe a escrita musical, daqueles que sabem conduzir as frases como os músicos conduzem a melodia, com ritmo, com harmonia, ora estendendo-se mais aqui, ora pontuando em frases curtas ali. Não é uma regra objetiva de bem escrever: é arte, intuição e sensibilidade musical. Esta é uma das virtudes de Maria Christina de Andrade Vieira. A outra é transformar temas corriqueiros em exercícios de alma — característica dos cronistas. Finalmente, por baixo da forma, existe o caráter e o dinamismo de uma grande mulher. Conheci Maria Christina em diversas circunstâncias, como a poderosa presidente da Associação Comercial de Curitiba, a provocadora cultural de um dos maiores bancos brasileiros e, depois, a mulher frente ao drama. Em todos os momentos, se via uma figura íntegra, sem o deslumbramento no poder, sem a autopiedade na tragédia. Esse livro é a rara oportunidade de se ler a alma de uma grande mulher através do estilo de uma bela cronista. Luís Nassif, jornalista 2005 / Editora Senac SP
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COTIDIANO E ÉTICA: Crônicas da vida empresarial Maria Christina de Andrade Vieira aprimorou, ao longo de uma rica trajetória profissional, sua visão aguda e analítica do movimento de impacto de conceitos e valores da sociedade sobretudo nas chamadas elites, das mudanças econômicas na vida do cidadão comum, da comunicação de massa e suas implicações no Brasil, das relações familiares no dia-a-dia das pessoas, das carências culturais do país, da necessidade de inserção das empresas nas iniciativas cidadãs. Luiz Fernando Furlan – Presidente do Conselho de Administração da Sadia S/A 2001 / Editora Senac SP
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Conversa Nua Maria Christina, essa excepcional mulher que empresariou tanta coisa, agora investe de corpo e alma nesta "conversa nua", que é diário, confissão, pequenas crônicas impressionistas poematizadas. Affonso Romano de Sant`Anna 2003 / Edição do Autor
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HERANÇA O autor destas notas não é um crítico literário, nem resenhista de livros. É apenas um leitor atento. Nessa condição, opina com entusiasmo sobre o texto leve, bem trabalhado e preciso de Maria Christina. Mesmo quando o foco da narrativa desloca-se da questão empresarial para o suave território da infância, ou outros episódios de uma intensa vida adulta, ela consegue prender a atenção de quem percorre o seu texto. É visível, em cada linha, sua paixão pela palavra escrita e o apuro a que chegou depois de praticá-la tão discretamente, longe das luzes que iluminaram sua carreira de mulher vitoriosa. Jacques Marcovitch, Reitor da Universidade de São Paulo 1998 / Editora SENAC SP
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Maria Christina não é um capricho de família, uma herdeira com ideais artísticos. Maria não é um luxo. É uma necessidade. O capitalismo precisa virar mulher. Arnaldo Jabor 1995 / DBA Dórea Books & Arts-SP |
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